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Biografia | Biography

Tânia Moreira David é artista visual. Licenciou-se em arquitectura e obteve o mestrado em projecto cinematográfico pela Escola Superior de Teatro e Cinema (2016), com uma investigação sobre os modos de figuração da experiência do espaço arquitectónico, centrada em procedimentos de integração dos sentidos, alternativos ao racionalismo e à hegemonia da visão.

O seu projecto La Petite Maison, an Architectural Seduction, ganhou o prémio de melhor vídeo no Festival InShadow 2012 e foi exibido em numerosos festivais e mostras internacionais, entre os quais 'Architecture Visions - Erratic language in architectural narratives' (2011), no Maxxi Museum em Roma, e esteve presente na Roca London Gallery, na exposição colectiva 'Soak Steam and Dream: Reinventing Bathing Culture' (2016). Foi uma das criadoras da instalação vídeo Phenomena (2012), resultado de uma residência artística financiada pelo Arts Council England.

O vídeo Vórtice foi exibido no Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina, em Florianópolis, no Brasil, no âmbito da 'Strangloscope - Mostra Internacional de Áudio, Vídeo/Filme e Performance Experimental’ (2017). Nesse ano também concebeu a instalação Mapa Imaginário incluída no percurso-instalação ‘Cartografia em Movimento’, co-produção Teatro Maria Matos.

Entre 2017 e 2022 criou as instalações vídeo Habitantes, Found Movement e Arcturus (as duas primeiras presentes em 2021 na exposição 'Matéria para Escavação Futura', na Trienal de Arquitectura de Lisboa, co-produção Teatro do Bairro Alto), integradas nos percursos performativos de Joana Braga, Partituras para Ir, A Cada Passo uma Constelação e Os Passos em Volta.

A instalação Sombras dos Dias Vermelhos, o seu projecto expositivo mais recente, esteve patente entre 2 e 16 de Março de 2023 no espaço do INSTITUTO, no Porto.

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